«Para os meus pais!!
Apesar de estarem longe um do outro fisicamente, sei que hoje vocês estão juntos em pensamento.
Parabéns aos dois pelos vossos 29º aniversário de casamento! Apesar de todos os altos e baixos vocês são um exemplo de que um casamento pode ter sempre amor, amizade, alegria e companheirismo... tenho muito orgulho em vocês e fico toda babada quando as pessoas me vêm dizer que vocês completam-se, um não era nada sem o outro!
São 29 anos anos cheios de coisas boas e más, com dois filhos bem criados e agora com uma neta linda que veio aumentar ainda mais a vossa felicidade! Espero um dia, tal como vocês comemorar os meus 29 anos de casamento!
Beijocas aos dois!»
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Citação blogosférica
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Breve História do Machismo
As mulheres sempre foram exploradas pelos homens. Se há uma verdade que ninguém põe em dúvida, é essa. Dos solenes auditórios de Oxford ao programa do Faustão, do Collège de France à Banda de Ipanema, o mundo reafirma essa certeza, talvez a mais inquestionada que já passou pelo cérebro humano, se é que realmente passou por lá e não saiu directo dos úteros para as teses académicas.
Não desejando me opor a tão augusta unanimidade, proponho-me aqui arrolar alguns factos que podem reforçar, nos crentes de todos os sexos existentes e por inventar, seu sentimento de ódio ao macho heterossexual adulto, esse tipo execrável que nenhum sujeito a quem tenha acontecido a desventura de nascer no sexo masculino quer ser quando crescer.
Nosso relato começa na aurora dos tempos, em algum momento impreciso entre Neanderthal e Cro-Magnon. Nessas eras sombrias, começou a exploração da mulher. Eram tempos duros. Vivendo em tocas, as comunidades humanas eram constantemente assoladas pelos ataques das feras. Os machos, aproveitando-se de suas prerrogativas de classe dominante, logo trataram de assegurar para si os lugares mais confortáveis e seguros da ordem social: ficavam no interior das cavernas, os safados, fazendo comida para os bebés e penteando os cabelos, enquanto as pobres fêmeas, armadas tão-somente de porretes, saíam para enfrentar leões e ursos.
Quando a economia de colecta foi substituída pela agricultura e pela pecuária, novamente os homens deram uma de espertinhos, atribuindo às mulheres as tarefas mais pesadas, como a de carregar as pedras, domar os cavalos, abrir sulcos na terra com o arado, enquanto eles, os folgadinhos, ficavam em casa pintando potes e brincando de tecelagem. Coisa revoltante.
Quando os grandes impérios da antiguidade se dissolveram, cedendo lugar aos feudos perpetuamente em guerra uns com os outros, estes logo constituíram seus exércitos particulares, formados inteiramente de mulheres, enquanto os homens se abrigavam nos castelos e ali ficavam no bem-bom, curtindo os poemas que as guerreiras, nos intervalos dos combates, compunham em louvor de seus encantos varonis.
Quando alguém teve a extravagante ideia de cristianizar o mundo, tornando-se necessário para tanto enviar missionários a toda parte, onde arriscavam ser empalados pelos infiéis, esfaqueados pelos salteadores de estradas ou trucidados pelo auditório entediado com os seus sermões, foi novamente sobre as mulheres que recaiu o pesado encargo, enquanto os machos ficavam maquiavelicamente fazendo novenas ante os altares domésticos.
Idêntica exploração sofreram as infelizes por ocasião das cruzadas, onde, armadas de pesadíssimas armaduras, atravessaram os desertos para ser passadas a fio d'espada pelos mouros (ou antes, pelas mouras, já que o machismo dos sequazes de Maomé não era menor que o nosso). E as grandes navegações, então! Em demanda de ouro e diamantes para adornar os ociosos machos, bravas navegantes atravessavam os sete mares e davam combate a ferozes indígenas que, quando as comiam, – era porca miséria! – no sentido estritamente gastronómico da palavra.
Finalmente, quando o Estado moderno instituiu o recrutamento militar obrigatório, foi de mulheres que se formaram os exércitos estatais, com pena de guilhotina para as fujonas e recalcitrantes, tudo para que os homens pudessem ficar em casa lendo A Princesa de Clèves.
Há milénios, em suma, as mulheres morrem nos campos de batalha, carregam pedras, erguem edifícios, lutam com as feras, atravessam desertos, mares e florestas, sacrificando tudo por nós, os ociosos machos, aos quais não sobra nenhum desafio mais perigoso que o de sujar nossas mãozinhas nas fraldas dos nossos bebés.
Em troca do sacrifício de suas vidas, nossas heróicas defensoras não têm exigido de nós senão o direito de falar grosso em casa, de furar umas toalhas de mesa com pontas de cigarros e, eventualmente, de largar um par de meias no meio da sala para a gente catar.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Acordo Ortográfico: obviamente que NÃO!
É possível que o Presidente da República não tivesse outro remédio formal que não fosse o de ratificar o segundo protocolo modificativo do Acordo Ortográfico.
Mas acontece que o Presidente da República é hoje o único alto responsável político português que tem plena consciência de que o Acordo Ortográfico é um deprimente chorrilho de asneiras. E de que a sua adopção introduzirá um cancro incurável na ortografia da língua portuguesa.
O Presidente da República está ciente de tudo isso por ter mandado estudar a abundante documentação que lhe foi entregue oportunamente, coisa que, de resto, o Governo não fez e devia ter feito.
Sendo que todas as análises especializadas produzidas sobre o Acordo são profundamente negativas, criar condições para que ele entre em vigor, sem se promover uma sua revisão de fundo, gera uma gravíssima responsabilidade jurídica, moral, política, cívica e cultural que não pode ser escamoteada por ninguém e a que o Presidente da República não pode fugir.
A ratificação vai ainda tornar possível a sequência delirante e já anunciada pelo ministro da Cultura de ser promovida a aplicação do Acordo em Portugal, independentemente do que resolverem Angola, Moçambique e a Guiné--Bissau, mais uma vez contra o parecer dos especialistas mais abalizados.
Decorridos 18 anos sobre a enormidade e, entre o desuso, o desinteresse, a obsolescência e a verificação gritante da péssima qualidade do Acordo, não há razão nenhuma para acelerações e muito menos para o Governo português decidir aplicá-lo antes de Angola, Moçambique e a Guiné-Bissau o terem ratificado, o que, aliás, oxalá não façam nunca...
- Ao contrário do que diz o ministro da Cultura, não é o Governo que decide quando o aplica em Portugal, dado o contexto em que toda a questão se coloca. Toda a lógica da situação obriga a que Portugal não se comporte com voluntarismos caprichosos de dono pesporrente da língua. E recomendaria a qualquer decisor político de boa-fé se aproveitasse o tempo ainda disponível para se promover uma revisão imprescindível.
Mas entretanto, o Governo tentará comprometer pessoalmente o Presidente da República com toda esta situação vergonhosa, já que o Acordo Ortográfico foi subscrito em 1990 quando o prof. Cavaco Silva era primeiro-ministro. Simplesmente, há indícios de a chefia do Governo da época ter sido grosseiramente manipulada.
António Emiliano acaba de publicar na Guimarães Editores o livro O Fim da Ortografia - Comentário Razoado dos Fundamentos Técnicos do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990).
Aí afirma, quanto à Nota Explicativa, única peça oficial em que se fundamenta o Acordo, que "com documento tão desconchavado, tão imperfeito e tão lacunar, nenhum decisor político está ou esteve em condições de apreciar verdadeiramente o teor e as consequências da reforma".
E acrescenta: "É meu parecer profissional que o texto da Nota Explicativa peca não apenas por conter erros grosseiros de análise linguística e de apreciação da estrutura, natureza e funcionamento de um sistema ortográfico, mas também por induzir deliberadamente em erro os decisores políticos quanto à verdadeira extensão das mudanças ortográficas propostas."
De resto, António Emiliano não se limita a demonstrar que o Acordo Ortográfico é um conjunto calamitoso de erros inaceitáveis.
Indo mais longe do que quaisquer outros estudos academicamente qualificados que já aqui citei mais do que uma vez, este livro demolidor interpela o sentido de responsabilidade de todo e qualquer falante do português euro-afro-asiático-oceânico.
Da sua análise implacável resulta que se está perante um verdadeiro crime contra a língua portuguesa.
Ante todo este escândalo, a sociedade civil não pode cruzar os braços. Tem de insistir no seu protesto. Tem de engrossar o caudal das suas tomadas de posição. Tem de assinar maciçamente a petição/manifesto que corre na Internet. Tem de começar a enviar sms para todos os lados, dizendo que o Acordo Ortográfico é uma vergonha nacional. Tem de provocar a revisão dessa enormidade. Tem de afirmar em todas as ocasiões que não o aceita e se recusa a dar-lhe cumprimento.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Piada Satânica

«Outro dia um amigo meu me perguntou se eu não havia reparado que, no intervalo de uma geração, condutas descritas pela psiquiatria como neuróticas e até psicóticas passaram a ser aceitas como normais. Não apenas como normais – respondi –, mas como normativas, louváveis e obrigatórias. Os passos seguintes são: (a) marginalizar e criminalizar toda reação de repulsa; (b) tornar a repulsa psicologicamente impossível, expelindo-a do repertório das condutas admitidas na sociedade.
Só a paranóia indisfarçável permite, por exemplo, que, num país onde ocorrem 50 mil homicídios por ano, os assassinatos de 120 homossexuais, espalhados ao longo de um ano num território de oito milhões e meio de quilômetros quadrados, sejam descritos como uma onda genocida homofóbica. No entanto, basta alguém apelar à comparação estatística e instantaneamente ele mesmo, entre gritos de revolta e lágrimas de indignação da platéia, é acusado de homofóbico e apóstolo do genocídio. A hipótese de confrontar o número de gays assassinados com o de gays assassinos, indispensável cientificamente para distinguir entre um grupo ameaçado, um grupo ameaçador e um grupo que não é nem uma coisa nem a outra, acabou por se tornar tão ofensiva que a mera tentação de sugeri-la já basta para você ser processado por homofobia, antes mesmo de haver lei que a proíba.
Mutatis mutandis, o sr. Luiz Mott alega como prova do ódio generalizado anti-gay uns noventa e poucos casos de agressões a homossexuais ocorridos num prazo de quatro meses em São Paulo, mas quem ousará cotejar esse número com a quantidade de agressões cometidas pelos próprios militantes gayzistas num só dia da Parada Gay na mesma cidade? Raciocinando pelo critério estatístico do sr. Mott, diríamos que os gays são um perigo público. A conclusão é absurda, mas decerto menos absurda do que proclamar que eles estão em perigo.
Proibido o senso das proporções, o fingimento histérico e o hiperbolismo paranóico em favor de grupos de interesse tornam-se deveres cívicos indeclináveis. A loucura tornou-se obrigatória, e quem quer que recuse ser contaminado por ela é um criminoso, um réprobo, um doente mental incapacitado para a vida em sociedade.
O sr. presidente da República acaba de dar foros de exigência estatal a essa estupidez psicótica, ao declarar que toda e qualquer oposição ao homossexualismo é “a doença mais perversa que já entrou numa cabeça humana”.
S. Excia reforça suas palavras insistindo em aparecer em cerimônias oficiais ao lado do sr. Luiz Mott, aquele mesmo que discursa sobre arte pornô abraçado à estátua de um bebê pelado do sexo masculino, transmitindo de maneira nada sutil a idéia de que bebês são ou devem tornar-se objetos de desejo sexual como quaisquer outros (se não acreditam, confiram em http://www.youtube.com/watch?v=FlmfZdyk2YA). A propaganda da pedofilia é aí mais do que evidente, mas, ao condecorar o sr. Mott por “mérito cultural” (como se ele próprio tivesse mérito ou cultura), o sr. Lula joga todo o peso da sua autoridade presidencial no blefe cínico que nos força a negar o que vemos e a crer, em vez disso, na encenação oficial de altas intenções humanitárias e culturais. Não há prepotência maior do que exigir que um ser humano sacrifique sua consciência, sua inteligência a até sua capacidade de percepção sensível no altar do absurdo. “Afinal, você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?”, perguntava Groucho Marx. Quando a piada se transfigura em realidade, o humorismo se transmuta em palhaçada satânica.
Totalmente insensível ao grotesco da sua performance, o louco sobe à cátedra e dá lições de psiquiatria, catalogando como doentes os que achem que há algo de errado em erotizar a imagem de um bebê, e ainda propondo, como terapêutica, a prisão de todos eles.
E há quem acredite que é possível discutir racionalmente, polidamente, com pessoas como os srs. Lula e Mott...»
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Bilderberg: uma reunião maçónica
“Dêem-me o controlo da fonte de emissão de moeda, e não me importarei se quem faz as leis é de esquerda ou de direita.” ― Mayer Amschel Rothschild (membro da maçonaria e banqueiro)
A notícia de que António Costa e Rui Rio vão assistir à próxima reunião do grupo de Bilderberg, exactamente na altura em que Manuel Ferreira Leite assume os destinos do PSD, não deixa de causar alguma perplexidade. Recordamos que António Guterres assistiu a um encontro do grupo de Bilderberg, foi primeiro-ministro e ocupa hoje um cargo de relevo na ONU. Um convite para Bilderberg tem sempre uma função proselitista e doutrinadora.
É sabido que a maçonaria internacional e o baixo judaísmo plutocrata controlam Bilderberg. Aliás, hoje praticamente já não se distingue o baixo judaísmo plutocrata, da maçonaria, no que diz respeito a objectivos e interesses imediatos. A expressão “baixo judaísmo” vi-a escrita pela primeira vez por Fernando Pessoa, que o distinguiu do “alto judaísmo” religioso, e que o incluiu no que definiu de “grupo dos quinhentos”, de que constava uma lista de políticos e membros da alta finança internacional. O “baixo judaísmo” é o núcleo duro da Banca internacional ― um pequeno grupo de banqueiros que controlam as finanças mundiais que, por sua vez, controlam a maçonaria. Desde o início do século 20, nomes como Rockefeller, J P Morgan, Paul Warburg e Rothschild, estão indubitavelmente ligados à maçonaria, e alguns deles, como Rockefeller e Rothschild, pertencem ao chamado “baixo judaísmo”. Portanto, a promiscuidade entre o “baixo judaísmo” e a maçonaria é um facto indesmentível.
“Teremos um Governo Mundial, quer queiramos ou não. A única dúvida é saber se esse Governo Mundial será conseguido por consenso ou através da violência.” ― Paul Warburg, banqueiro maçónico (1950)
Para o observador incauto, Bilderberg aparenta ser uma salgalhada: membros da nobreza europeia, republicanos convictos, políticos de diversos países e de várias cores políticas, e banqueiros. Contudo, existe um factor em comum a todos eles: a maçonaria. Todos os que participam nas reuniões de Bilderberg, ou são membros da maçonaria, ou não o sendo, assumem uma posição de subordinação ideológica e/ou política a esta organização secreta.
A divisão impera no seio da maçonaria actual, e esse é um dos problemas com que esta organização secreta se debate hoje. A maçonaria europeia chamada “continental”, que agrupa as lojas maçónicas da Europa com excepção da Inglaterra, apresentam algumas diferenças de estratégia em relação à maçonaria anglo-saxónica, que agrupa as lojas maçónicas dos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e de outros países anglófonos. O diferendo relaciona-se com a forma como a “Nova Ordem Mundial” dever ser alcançada. Em termos simplistas, o que se está a passar é que a generalidade dos membros mais baixos da hierarquia maçónica (Europa) colocam em causa a estratégia dos membros mais elevados na hierarquia da organização (EUA). Este facto foi bem visível aquando da guerra no Iraque, em que os países controlados pela maçonaria continental não apoiaram G W Bush, sendo que este cumpriu estritamente as ordens da maçonaria anglo-saxónica. Quando vemos o mação Mário Soares (ou o mação Zapatero) a criticar o mação Bush pai, compreendemos que existe um problema de estratégia entre das suas maçonarias.
O controlo do planeta por parte da maçonaria não está garantido; as perspectivas de Paul Warburg apontam mais para uma solução de violência global do que para um consenso cego e submetido aos interesses financeiros. Desde logo, a maçonaria encontra vários problemas, entre eles:
- A opinião pública ocidental e, principalmente, a europeia, que não se deixa manipular totalmente; o controlo total da opinião publica é essencial para a maçonaria, e isso não está acontecer no grau e modo que a organização esperaria;
- A Igreja Católica apresenta uma agenda política autónoma, se bem com alguns compromissos pontuais com a maçonaria. Porém, o esforço para controlar a ICAR é essencial para a maçonaria, e as derivas católicas para um neomarxismo económico, como acontecem hoje na América Latina e mesmo na Europa, não são vistas com muito bons olhos pela maçonaria. A maçonaria distingue religiosamente o marxismo cultural do marxismo económico: enquanto o primeiro é muito tolerado pela maçonaria na Europa e no Canadá, o segundo é violentamente ostracizado em todo o mundo.
- O Islamismo é um espinho cravado na garganta da maçonaria. Por vezes, os me®dia dão-nos a ideia de que as relações entre os Estados Unidos de Bush e o Wahabismo da Arábia Saudita são as melhores do mundo, mas o que se passa é que a dinastia Saúd, que governa este país, submete-se aparentemente à maçonaria, ao mesmo tempo que financia o terrorismo fundamentalista islâmico que mina o sistema plutocrático maçónico internacional. A resistência islâmica ao controlo mação é notória e indisfarçável; negar isto é negar o óbvio.
O terrorismo da Al Qaeda é essencialmente um fenómeno de reacção de um totalitarismo ideológico expansionista (o Islão) contra um outro tipo de totalitarismo internacional expansionista (a plutocracia maçónica). - A China é uma bomba-relógio que ameaça a maçonaria internacional. O Confucionismo e o isolamento milenar chinês transportam consigo uma cultura xenófoba de tal forma enraizada na idiossincrasia do povo, que até Mao Tsé Tung a utilizou de uma forma irracional. Máfia por máfia, os chineses preferem as suas tríades em detrimento de organizações alienígenas, como é o caso da maçonaria. Existe toda uma forma de estar e de pensar chinesa que torna difícil a submissão a ideais que não passem pela supremacia nacionalista. O que estamos a assistir hoje nas relações Ocidente / China, é uma versão moderna das relações da Europa do Renascimento com as dinastias dos mandarins: uma abertura necessária mas marcada por imensas reservas. O Ocidente nunca conseguiu domesticar a China, e as probabilidades de que isso venha a acontecer são muito baixas.
- A expansão demográfica do terceiro-mundo é uma séria ameaça ao controlo mundial preconizado pela maçonaria. Os poderosos sempre detestaram as famílias numerosas. Por isso, a ONU controlada por Bilderberg lança campanhas de aborto gratuito para as classes mais baixas que coincidem com gente de raça negra e latino-americana ― não porque exista escassez alimentar no mundo, mas porque quanto mais gente houver, maior é a dificuldade no controlo global. Por isso, a agenda “gay” internacional, que transporta consigo o niilismo sexual reprodutivo, é apoiado não só a nível da ONU como através de uma multitude de ONG’s financiadas pela maçonaria. Atreladas e indexadas à agenda política gay promovida pela maçonaria, outras agendas políticas ― como por exemplo, a agenda pedófila ― são assim incentivadas e financiadas de forma indirecta. As engenharias sociais e culturais promovidas pela maçonaria internacional, que procuram a limitação da natalidade, são tão óbvias, que seria prolixo aqui falar mais no assunto; basta dizer que praticamente todas as guerras que causaram centenas de milhões de vítimas e que aconteceram desde há 2 séculos a esta parte, foram obra e iniciativa da maçonaria, e que a bombas atómicas de Hiroshima e Nagasaki foram lançadas por ordem de um mação: Harry Truman, presidente dos Estados Unidos. De todos os presidentes dos Estados Unidos até à actualidade, apenas cinco não pertenceram à maçonaria.
- As mulheres constituem um problema incontornável para a maçonaria. Elas sempre foram discriminadas pela maçonaria, não só por motivos culturais, como por motivos racionais inerentes à própria lógica maçónica. Em 1723, as célebres “Constituições de Anderson” que normalizaram a maçonaria internacional, excluíam peremptoriamente as mulheres da participação maçónica. Em França, para obviar a este problema, a maçonaria francesa instituiu em 1744 as “Lojas de Adopção” ou “Maçonaria das Damas” que era uma maçonaria feminina totalmente separada da maçonaria dos homens; naturalmente que a discriminação não foi, por este meio, eliminada. Em 1935, a Grande Loja de França decidiu conceder plena autonomia às suas “lojas de adopção” (ou “Maçonaria das Damas”), e nasceu a assim a Grande Loja Feminina de França, adoptando o Rito Escocês Antigo e Aceite ― mas funcionando à parte da maçonaria dos homens. Recentemente, a maçonaria tem-se mostrado aberta à admissão de mulheres no seu seio, mas elas raramente passam dos quatro primeiros graus: aprendiza, companheira, mestra e mestra perfeita. O único caso de que há memória de uma mulher que atingiu um grau superior na maçonaria, foi o da espanhola Ascensión Tejerina, que chegou a Grã-mestra da Grande Loja Simbólica Espanhola, que é uma loja totalmente subalternizada ao Grande Oriente Espanhol que é comandado por homens. A maçonaria é assunto de homens, porque se as mulheres soubessem de metade do que se pensa nos altos círculos maçónicos, a maior parte delas passariam de membros da maçonaria à oposição.
Concluindo: apesar de Bilderberg, ainda existe esperança de resistência a esses senhores. O que é preciso é manter a opinião pública alerta, e para isso, todos nós somos poucos.
domingo, 8 de junho de 2008
Para as mulheres que abortaram
«Um pensamento especial quereria reservá-lo para vós, mulheres, que recorrestes ao aborto. A Igreja está a par dos numerosos condicionalismos que poderiam ter influído sobre a vossa decisão, e não duvida que, em muitos casos, se tratou de uma decisão difícil, talvez dramática. Provavelmente a ferida no vosso espírito ainda não está sarada. Na realidade, aquilo que aconteceu, foi e permanece profundamente injusto.
Mas não vos deixeis cair no desânimo, nem percais a esperança. Sabei, antes, compreender o que se verificou e interpretai-o em toda a sua verdade. Se não o fizestes ainda, abri-vos com humildade e confiança ao arrependimento: o Pai de toda a misericórdia espera-vos para vos oferecer o seu perdão e a sua paz no sacramento da Reconciliação.
A este mesmo Pai e à sua misericórdia, podeis com esperança confiar o vosso menino. Ajudadas pelo conselho e pela solidariedade de pessoas amigas e competentes, podereis contar-vos, com o vosso doloroso testemunho, entre os mais eloquentes defensores do direito de todos à vida. Através do vosso compromisso a favor da vida, coroado eventualmente com o nascimento de novos filhos e exercido através do acolhimento e atenção a quem está mais carecido de solidariedade, sereis artífices de um novo modo de olhar a vida do homem.»
João Paulo II, na encíclica Evangelium Vitae
Respigado daqui
Resistência ao fascismo gay
Mr Addison (barrister and expert in religious discrimination) said: ‘The Church may not win, but if Catholic agencies are to be closed and deprived of their right to provide these services, let that be done - and be seen to be done - by the Government and not by the Church.’
A Igreja Católica do Reino Unido recusa-se a aceitar a adopção de crianças por homossexuais, conforme exigido pelo governo homófilo e socialista britânico, que exigiu que os abrigos para crianças abandonadas, geridas pela Igreja, as colocassem à disposição dos homossexuais, para adopção. Em vez de abandonarem as crianças, os católicos ingleses preferem esperar que o governo inglês proíba a Igreja católica de gerir os abrigos para as crianças; trata-se de uma estratégia de resistência passiva, face ao avanço do fascismo gay.
Ler o resto: Catholic adoption agency to defy gay rights law